quinta-feira, 15 de julho de 2010

Meu quorum privado, Obrigado!

Quantas cabeças fazem um planeta Terra ser conhecido, ser explorado, adorado, glorificado, odiado ou detonado?
Quantas destas cabeças são as que se afirmam, se consolidam, se abastecem do bem, quantas destas cabeças fazem a Terra girar, quantas destas cabeças fazem a Terra ficar parada, quantas são filhos da Terra, quantos são desconhecidos dela?
São muitos! É a resposta generalizada que pode decepcionar ou encorajar.
Quem são os poucos e bons filhos da Terra que não nos exploram, odeiam nem detonam? Fácil questão, talvez difícil também, mas esses são os que amamos de coração.
Amigos, meus fiéis escudos, meus fiéis a quem protejo, aqueles que ficam ao meu lado até mesmo quando eu não me suporto, são as janelas que iluminam a minha alma.
Os quero bem, os quero na paz, na vida, na Terra; não como aqueles que dizem querer olhando suas utilidades e suas possibilidades para liderar, os quero para que me ajudem a achar as utilidades da vida, para me mostrarem as possibilidades de podermos ser sempre felizes e para liderarem sempre ao meu lado, em qualquer juízo, em qualquer tempo de paz ou batalha.
Quantos desses fazem a Terra girar? Eu não sei. Mas todos são aqueles, os sinceros amigos, que mantêm meu mundo na órbita, na rotação e na translação, são essas cabeças, corpos e almas que fazem a minha vida cheia de estrelas, cheia de mistérios ricos e desconhecidos.
Meu quorum não sou eu quem o faz, quem o faz são as possibilidades de amizade, as possibilidades de amor, de sensibilidade, de querer estar na alegria e na dor, de poder dizer: Você é meu amigo, sem calculos nem métrica, apenas o que me descobriu e foi capaz de amar, apesar de sermos como somos, estes são os verdadeiros maquinários almados da Terra que a faz girar.

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